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segunda-feira, 28 de outubro de 2024
quarta-feira, 23 de outubro de 2024
domingo, 20 de outubro de 2024
sábado, 19 de outubro de 2024
Crítica ao GIF Animado
Parágrafo sobre ideias que mais chamaram atenção nas leituras feitas em sala
No texto "Nosso programa", Flusser discute sobre a finalística, causalística e e programática. A finalística trabalha com a ideia de que algo já é pré-destinado, uma questão que remete a religiosidade. Esse conceito explica o presente em decorrência do futuro, de algo que já está no destino. A causalística já é o contrário, ela relata que o passado explica o presente. Como um efeito de cadeias, algo vai levar a alguma coisa e, essa, por consequência, causará outra. Diferentemente do olhar religioso que a finalística possui, a causalística terá um olhar mais científico. E, por fim, há a programática, está se opõe totalmente as ideias discutidas nos conceitos anteriores, ela dispõe de uma liberdade, não há um futuro ou passado que explica o presente, há o acaso, o que justifica essa liberdade. Com as dinâmicas praticadas no espaço aberto da escola de arquitetura foi possível compreender com maior clareza sobre esses assuntos. E, para finalizar, no segundo texto, achei interessante a forma como Flusser abordou lá nos anos 80 uma questão que é tão recorrente na atualidade mundial, sobre como possuir o aparelho não é mais importante como era antes, pois, agora, quem sabe programar possui maior importância.
quarta-feira, 16 de outubro de 2024
segunda-feira, 14 de outubro de 2024
Parágrafo sobre a terceira parte do livro "Filosofia da caixa preta"
Achei interessante na terceira parte sobre a questão da comparação que Flusser faz entre quem é alfabetizado e fotógrafos. É curioso perceber que, como dito no texto, se alguém sabe escrever, saberá, consequentemente, escrever e vice-versa, porém quem sabe fotografar não necessariamente saberá decifrar imagens. Pois, para fotografar não é necessário saber utilizar todas as ferramentas que o aparelho proporciona e usar técnicas fotográficas, logo, qualquer pessoa pode tirar foto, mas, não necessariamente terá a capacidade decifrar outras fotografias. Além disso, é interessante ver como que, apesar do livro ter sido escrito em 1983, ele retrata muito bem a realidade atual da relação entre o homem e as imagens. Isso pode ser observado na parte em que fala em como o homem passa a ver a foto sem buscar explicações acerca dela, sobre as causas e efeitos, mas apenas quer saber uma confirmação sobre ela. E isso é algo, de fato, muito recorrente no cotidiano global. Por fim, achei interessante em como o autor sempre retoma em seus capítulos relatando de maneiras distintas que, apesar de termos a capacidade de manipularmos o aparelho, este ainda implica condições sobre nossas ações, somente podemos fotografar dentro do limite estipulado por ele, mostrando, assim, uma dependência que um possui ao outro, já que o aparelho não consegue exercer sua função se não tiver o homem para apertar o gatilho.
domingo, 13 de outubro de 2024
Imagem síntese coletiva
Parágrafo sobre a segunda parte do livro "Filosofia da caixa preta"
Achei interessante a forma como o autor faz uma analogia entre o ato de fotografar com a caça. Pois nunca tinha parado para associar tais ações e como ela se assemelham, principalmente nos obstáculos que as cercam. Foi interessante, também, refletir sobre como o aparelho, a maquina fotográfica, serve ao humano como objeto de manipulação, mas essa manipulação é limitada, pois, como dito no texto, as escolhas do fotógrafo são limitadas, ele não pode inventar categorias, a sua manipulação deve ser feita com base no que é oferecido pelo aparelho. Além disso, é possível perceber que a fotografia é um conceito; é uma articulação e junção do que o homem e o aparelho buscam transmitir. E, sobre a distribuição, é curioso observar em como apesar da fotografia e do panfleto, por exemplo, serem semelhantes, possuem funções distintas, a fotografia tem um valor sentimental, é necessário decifrá-la e decifrar o que o fotografo e o aparelho queriam transmitir com ela. A fotografia é possível pegar com as mãos, guardar, possui um baixo custo econômico, o que a diferencia, também, dos quadros.
terça-feira, 8 de outubro de 2024
Crítica ao trabalho de sombra e luz
Parágrafo sobre a primeira parte do livro "Filosofia da caixa preta"
É interessante observar as temáticas trabalhadas na primeira parte do livro Filosofia da caixa preta, onde é retratado sobre a imagem tradicional, a imagem técnica e o aparelho, e como há uma relação entre elas. No texto, a imagem tradicional é retratada como aquela em que há uma relação íntima entre o imaginário humano com o objeto, e como a observação dela ocorre de forma circular, na qual vemos detalhes após detalhes, formando um perspectiva distinta para cada observador. A imagem técnica depende do aparelho para realizar a fotografia, e o humano utiliza métodos para realizá-las. Na questão da imagem técnica é relatado sobre como começar a ter uma dependência do homem com o objeto, em como o homem passa a servir ao objeto ao invés do contrário, algo que é possível relacionar com o texto que lemos anteriormente, Animação cultural, e, também, ao filme Dilema das redes. Ambos retratam sobre como o objeto, que foi criado pelo homem, passa a ser uma fonte de dependência do próprio homem.
domingo, 6 de outubro de 2024
quinta-feira, 3 de outubro de 2024
quarta-feira, 2 de outubro de 2024
Parágrafo dialógico sobre o texto Animação Cultural
O filme "Dilema das Redes" retrata sobre a influência dos meios tecnológicos no mundo contemporâneo, mostrando como a humanidade passou a ser dependente dos meios digitais. Essa dependência vem da criação do próprio homem, que, buscando impulsionar o uso de determinadas redes sociais, criou metodologias para manter a sociedade cada vez mais conectada nas telas. É possível associar tal situação com o mito do demiurgo, contado no texto "Animação cultural", o qual recolheu o barro, trabalhou sobre este com a finalidade de copiar sua imagem e animá-la. Tal relação se deve ao fato dos algoritmos funcionam de maneira semelhante, procurando nossas informações e fazendo com que coisas de nosso interesse apareçam frequentemente nos meios digitais, tornando nós cada vez mais entretidos por aqueles conteúdos, querendo ver cada vez mais. Tal situação mostra como os meios digitais prendem nossa atenção nas telas, tornando o homem dependente dos objetos que são suas próprias criações.
terça-feira, 1 de outubro de 2024
Apresentação
Olá! Me chamo Fabiana Vieira de Sousa e tenho 18 anos. Sou de uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, chamada Coimbra. Desde nova sempre tive muito interesse pela área da arquitetura e urbanismo, acredito que isso possa ser por influencia do meu pai, o qual trabalha na área da construção civil. Espero gostar bastante do curso!
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Olá! Me chamo Fabiana Vieira de Sousa e tenho 18 anos. Sou de uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, chamada Coimbra. Desde nova se...







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